PLR – Precisamos de uma estratégia que traga resultados práticos!

Qual é a disputa ideológica e política dessa campanha de PLR? SurBônus? A fup esqueceu do SuperBônus da Diretoria? Dos R$ 400.000,00? E da distorção que impuseram aos trabalhadores de todas as Estatais?

Esta estratégia, de condicionar a aceitação da proposta de PLR ao não pagamento do bônus aos gerentes, consultores e supervisores, é cortina de fumaça. Será que se esqueceram dos bônus dos Diretores? Dos R$ 400.000,00?

Que estratégia é essa que luta para retirar ganho de parte da categoria (mesmo que da parte que ganha melhor e, na visão da maioria, é privilegiada*), ao invés de lutar por melhorar, e muito, os ganhos dos demais trabalhadores e reduzir as disparidades salariais entre gerentes e não gerentes?

Esta estratégia é perfeita para os patrões, pois, no cômputo geral, no final das contas, consegue diminuir os ganhos de todos os trabalhadores, deixa de pagar uns e não aumentar a PLR e nem o salário da maioria, mantendo as grandes diferenças e, principalmente, os mantendo bem divididos.

De quem é essa estratégia???!!!!!! http://www.fup.org.br/noticias.php?id=5272  http://issuu.com/sindipetrolp/docs/boletim_63

Todos sabem que a ficção, que querem que passe como verdade, de que o Diretor é responsável por tudo que acontece em sua área de negócio, e assim por diante, com gerentes, coordenadores, supervisores e consultores, só é aplicada quando se fala em remuneração. No resto, sempre a responsabilidade é do trabalhador. O ditado “A corda sempre arrebenta do lado mais fraco” demonstra bem que, quando se trata de responsabilidade, a hierarquia não é chamada para responder às consequências na mesma medida em que são pagos. O sofisma, artifício, para justificar pagamentos relativamente estratosféricos, pressupõe, tem como premissa, que os colegas da linha gerencial alcançaram poderes dos Deuses ou de Deus, isto é, são todos oniscientes e onipresentes (sabem tudo e estão em todo lugar ao mesmo tempo), e o “resto” dos trabalhadores são bonecos que os Deuses da corporação tomam seus corpos e mentes e executam, por si, todas as atividades e trabalhos necessários ao bom andamento dos negócios.

Mesmo com essas considerações, a disputa ideológica e política, que está em jogo nessa campanha de PLR, não se reduz ao não pagamento de bônus aos gerentes, nem ao não pagamento de bônus milionários que corrompem e distorcem as políticas da maioria das empresas. Quanto a estas práticas, os trabalhadores já estão conscientizados e as mesmas são tão descaradas que a mobilização para impedi-las já está acontecendo, não só por aqui, mas pelo mundo inteiro. Tem até filme de holywood que denuncia a roubalheira contra os trabalhadores e a sociedade.

Os exemplos (https://petroleiro2020.wordpress.com/corporacoes-e-suas-distorcoes/):

ENRON – http://www.youtube.com/watch?v=z2qrVAqlwuM&feature=related
GRANDE DEMAIS PARA QUEBRAR (TOO BIG TO FAIL) – http://www.hbomax.tv/toobigtofail/videoplayer.aspx?watch=1HBO198547
INSIDE JOB (Trabalho Interno) – http://vimeo.com/25142692

Precisamos de uma estratégia que traga resultados práticos!

Portanto, a verdadeira disputa ideológica e política, que devemos travar nesse momento, e que trará resultados práticos para os Petroleiros, mas que estão querendo impedir e esconder, é a luta pela alteração da Lei de PLR, é a luta contra a distorção total dos objetivos da Lei 10.101, é a luta contra a discriminação imposta aos empregados das empresas estatais, é a revogação da Resolução CCE nº 10 que, ao invés de garantir ao menos um percentual mínimo para pagamento da PLR, estabelece limite percentual sobre uma parcela mínima dos lucros que os trabalhadores criaram e, nem considera nada relativo aos Resultados realizados (Pré-sal, Novo patamar de produção, Capitalização, Rede de distribuição ampliada, Maiores volumes produzidos e negociados, Novos empreendimentos concluídos, Impostos, Participações, Contribuições, Royalties).

Amplie sua visão!

Não se mova com a ideologia de que, para ganhar, outro tem que perder, mas Lute por uma PLR JUSTA, em que se tenha vínculo percentual entre o ganho da Diretoria e o ganho de cada trabalhador, isto é, que quando os ocupantes dos mais altos cargos ganharem valores a título de Bônus, PLR, Desempenho e Resultados, cada trabalhador tenha um ganho de, no mínimo, por exemplo, 10% do valor médio pago aos Diretores.                  A vinculação impedirá tanto amplitudes salarias descaradas e usurpadoras da renda construída pelos trabalhadores, quanto impedirá a fixação de vantagens absurdas e estratosféricas para indivíduos com distorção de personalidade e mania de grandeza, que levam à concentração da renda, à corrupção das pessoas e ao assédio moral estrutural gerencial.

Instrumento de Mobilização para demonstrar a União e o Desejo da Categoria Petroleira

Para tanto, para iniciarmos a mobilização para essas mudanças, propusemos um abaixo-assinado para a alteração da Lei de PLR, que poderá conhecer pelo link http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PLRJUSTA , e que será o instrumento que viabilizará e demonstrará a UNIÃO E O DESEJO DE TODA A CATEGORIA, independentemente de Federação ou Sindicato a que esteja filiado. Nesse sentido, propomos que cada um promova e solicite às suas Federações e Sindicatos que promovam o abaixo-assinado e formulem e votem proposta, que vincule o piso da PLR paga aos empregados, às vantagens e valores pagos aos Diretores e ao Presidente da Companhia.

*Caros, grande parte dos cargos gerenciais da Companhia não compensam nem as horas-extras que o empregado fica obrigado a realizar como “gerente(coordenador, consultor ou supervisor)”. Isto é, a promoção, a nomeação a cargo “gerencial”, provê mais status, mas é realizada para que o sujeito enfrente maiores obrigações, desgastes e jornadas, mas não tenha o direito de receber hora-extra. É realizada para que o sujeito se sinta integrado a um time diferenciado (Filme – A Onda (Die Welle) – O totalitarismo), passe a ter novas expectativas e fique mais subserviente e alinhado a qualquer ordem. O bom, para parte desses colegas, os gerentes do baixo clero, a maioria, é o sentimento de que estão progredindo na carreira; e o que é realmente palpável, é que não têm mais que se preocupar com o avanço de nível do ano, bem como que passam a receber, indiretamente (por salário, plr e tratamentos diferenciados), parte das horas que trabalharem e forem excedentes à jornada normal, diferente do que acontece com os demais empregados.

Link do Abaixo-assinado – http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PLRJUSTA

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24 respostas para PLR – Precisamos de uma estratégia que traga resultados práticos!

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  3. Pingback: Como confundir e atrapalhar os trabalhadores | Blog do Petroleiro 2020

  4. Vinícius Camargo disse:

    Da Agência Petroleira de Notícias:

    Mobilizações no Rio e em TODO o PAÍS
    http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=2927&Itemid=1

    • Vinícius Camargo disse:

      Do site da fup

      Petroleiros encerram mais uma mobilização por PLR mostrando força e organização
      http://www.fup.org.br/noticias.php?id=5300

      Os petroleiros não encerraram o movimento, somente suspenderam a greve, a parada das operações, mas continuam mobilizados e realilzando atrasos e manifestações.

      E não foram os trabalhadores que seguiram o indicativo da fup, a fup é que está obrigada a seguir os indicativos dos trabalhadores.

      Parabéns a todos os trabalhadores que construíram a MOBILIZAÇÃO NACIONAL PELA BASE !!!

  5. Vinícius Camargo disse:

    • Vinícius Camargo disse:

      A notícia é: Petroleiros aderem à Greve em Cubatão e ficam 24 horas parados.

      • Vinícius Camargo disse:

        O movimento por todo o Brasil está muito forte:

        Na REDUC, a empresa dispensou o pessoal do administrativo para que eles não se juntassem à vigília:

        http://www.fup.org.br/noticias.php?id=5298

      • Vinícius Camargo disse:

        O movimento por todo o Brasil está muito forte:

        Petroleiros intensificam vigília nacional e mobilizações contra acidentes e por PLR justa
        http://www.fup.org.br/noticias.php?id=5297

      • Vinícius Camargo disse:

        O movimento por todo o Brasil está muito forte:

        PLR: petroleiros do Edise participam de manifestação pela retomada das negociações
        http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=2923&Itemid=1

      • Vinícius Camargo disse:

        O movimento, por todo o Brasil, está muito forte:

        Mensagem do grupo dos novos:
        Os trabalhadores da refinaria de Paulínia REPLAN avançaram no movimento colocando 02 grupos de turno em vigília DENTRO da unidade, assim como também os companheiros da REDUC que fizeram a vigília de forma coesa, dentro da refinaria, forçando a empresa a “liberar” o pessoal administrativo no dia da vigília.

        Saudações também aos trabalhadores da bacia de Campos e Cabiúnas que aprovaram a Paralisação de Emissão e Requisição de PT´s, por ampla maioria.
        Todos mostraram-se coesos e com objetivo unico de conquistar lutando.

  6. Vinícius Camargo disse:

    Depois de rejeitarem, por unanimidade, a 2ª proposta de PLR. Os trabalhadores do Sindipetro Litoral Paulista retomam mobilizações
    [http://www.youtube.com/watch?v=8EXn_SFbuto&feature=player_embedded]

  7. Renato disse:

    Nos meus 25 anos de PETROBRAS, a única estratégia que vi dar resultado foi a mobilização.
    Entraram muitos empregados novos, que acham que a solução dos problemas do mundo está no seu notebook ou desktop. Assembleia… Aquele bando de baderneiros… Nem pensar.
    Urge refletirmos e entendermos que não avançamos é porque perdemos por W.O.

    • Vinícius Camargo disse:

      O mundo virtual, o do debate, o das idéias, é o espaço de comunicação e integração para o planejamento da ação, para a construção dos melhores caminhos da efetiva mobilização. A internet só é um instrumento.

      Portanto, sem dúvida, a participação de todos os trabalhadores nos diferentes fóruns de integração e debate e, fundamentalmente, nas Assembléias, nos Sindicatos e Federações é que garantirão resultados práticos.

      No entanto, não desprezemos as novas ferramentas de integração de objetivos, planos, ações e pessoas. Temos que ampliar os espaços para o debate, para a divergência, para podermos construir laços a partir do que em comum partilharmos. Assim, não haverá espaço para o preconceito quanto ao outro (aquele bando), pois melhor nos conheceremos e formaremos o conceito do nós (nossos colegas).

      E quanto à esteriotipação de novos e velhos, temos que tomar cuidado para não entrarmos nessa onda, a mesma divide a categoria e acaba por fomentar ataques e generalizações, de parte a parte, desviando o debate quanto aos objetivos e problemas de toda a categoria, para apontar bodes expiatórios (culpar arbitrariamente por algum problema) entre grupos ou membros da categoria.
      Esse tipo de clima de divisão é facilmente fomentado quando estamos na onda da estereotipação. Basta o poderoso conceder alguma vantagem para um dos grupos, que o outro grupo ou outros grupos, desconsiderados injustamente, se revoltam contra os beneficiados, ao invés de repreenderem o poderoso por fomentar a divisão, a inveja e ou o sentimento de injustiça.

      O jogo já está rolando, a estratégia da estereotipação sempre é colocada pela institucionalidade (bando de baderneiros, novos x, velhos y) e as peças estão sendo movidas para diminuírem a coesão da categoria.

      Vigiemos nossos sentimentos para que não nos manipulem contra nossos colegas. E nos organizemos, com o trabalho de esclarecimento e convencimento dos colegas, para cobrar do poder a equidade de tratamento com toda a categoria.

  8. Vinícius Camargo disse:

    Por unanimidade, petroleiros do Litoral Paulista rejeitam 2ª proposta de PLR
    http://sindipetrolp.tempsite.ws/site/?p=8878

    Os petroleiros do Litoral Paulista rejeitaram, por unanimidade, a 2ª proposta de PLR apresentada pela Petrobrás. A rejeição aconteceu na sede, em Santos, e na sub-sede, em São Sebastião.

    Para forçar a empresa a apresentar um novo valor, compatível com a riqueza produzida pelos trabalhadores, o movimento será realizado com atrasos e uma paralisação de 24 horas. Entre os dias 25 e 29, serão realizados atrasos de duas horas nos turnos das unidades de terra e os petroleiros embarcados nas plataformas de Merluza e Mexilhão irão suspender a emissão de PT’s por quatro horas.

    Para fortalecer o movimento em nível nacional, a categoria também aprovou que durante o dia 27 as paralisações sejam ampliadas para greve de 24 horas. Durante a assembleia foi aprovado, ainda, o Estado de Greve e a taxa assistencial de 2% para os petroleiros não sindicalizados.

    Outras bases da FNP também estão rejeitando proposta

    Diante de um valor extremamente rebaixado, que não contempla as reivindicações da categoria por uma PLR Máxima e Igual para Todos e não reflete a riqueza produzida pelos trabalhadores em 2010, os petroleiros das bases da FNP estão rejeitando a nova proposta da companhia.

    Nas bases do Sindipetro AL/SE, até o momento 348 petroleiros votaram pela rejeição da proposta, 11 foram favoráveis e 7 abstiveram-se na votação. No Sindipetro-PA/AM/MA/AP, a proposta também está sendo rejeitada. De acordo com a última parcial divulgada pelo sindicato, até o momento foram 64 votos contra a proposta, 3 a favor e 3 abstenções.

    No Sindipetro-RJ, os petroleiros rejeitaram amplamente a proposta de PLR apresentada pela Petrobrás. No total, foram 421 votos contra a proposta, 77 a favor e 6 abstenções. A partir da próxima semana a mobilização se intensifica nas unidades. Nesta segunda as atividades são no Edise. Terça-fera (26), no restaurante do Cenpes. No TABG e Tebig petroleiros atrasam a entrada do expediente de segunda a quinta.

  9. Vinícius Camargo disse:

    Base do Rio rejeita proposta de PLR
    http://www.sindipetro.org.br/

    Os petroleiros do RJ rejeitaram em assembléia, por ampla maioria, a ultima proposta de PLR. Na verdade estamos juntos: Sindipetro-RJ, FNP e Unificado da Bahia. Essas bases vão a partir de segunda-feira fazer mobilizações. Não podemos esperar o dia 27 de julho para fazer alguma coisa. Aqui no Rio vamos começar na segunda, 25 de julho, pelo Edise, na terça vamos fazer um agito no Cenpes. Os terminais de Angra e das Ilhas estarão, a partir de segunda, fazendo atrasos nas portarias. Vamos inserir as outras bases administrativas na mobilização. Estaremos correndo as unidades com carro de som e boletim na segunda. O RH já foi informado da decisão dos petroleiros do RJ.

    Parabéns aos petroleiros do Rio que, apesar de todo arrocho salarial imposto pela direção da empresa, rejeitaram a proposta. Primeiro a FUP disse que estava rejeitando automaticamente, sem passar pelas assembléias, a proposta, o que pressupõe uma nova proposta. Segundo, que o mesmo RH que paga PLR máxima para diretores e para a cúpula da empresa oferece o mínimo para a categoria. Seriam eles, diretores e a alta cúpula os únicos responsáveis pelo desempenho da companhia: aumento da produção e dos lucros? Exigimos não aquilo recebido pela alta administração, mas os 25% do recebido pelos acionistas. Queremos aquilo que nos é permitido pela lei. Agora é mobilizar juntos com os petroleiros em nível nacional para buscar a nossa parte nesse bolo. Só quem luta conquista! (Boletim 1195 L)

  10. petroleiro2021 disse:

    “os cargos gerenciais da Companhia não compensam nem as horas-extras”… esse tipo de afirmação não deveria nem ser comentado!! Ninguém é obrigado a ser gerente.. se acha o sacrifício grande demais, que entregue o cargo.. A Petrobras foi construída, com base no espírito solidário, com os ganhos sendo repartidos de forma justa.. Os ocupantes de cargos comissionados já são (bem) remunerados e não necessitam desse “complemento” da gratificação!! O que se está discutindo são os princípios seguidos pela companhia, não somente uma questão meramente financeira!

    • Vinícius Camargo disse:

      Caro colega, petroleiro2021, há dois termos que modificam o sentido do que escrevi e você omitiu, isto é, falei que “grande parte dos cargos gerenciais não compensam nem as horas-extras”.

      Já, quanto ao seu raciocínio de que ninguém é obrigado a ser gerente, isto é uma meia verdade, pois se os trabalhadores não tiverem uma boa carreira a percorrer, a solução individual, da carreira gerencial, se tornará um imperativo. Isto é, a precarização das carreiras da maioria, versus carreiras gerenciais usurpadoras dos ganhos criados por todos os trabalhadores, inviabilizam, na prática, a sua afirmação, tanto em relação à questão da “obrigação” quanto, relativamente, a “facilidade” em dispor do cargo e sua respectiva remuneração.

      E quanto às questões de que os ganhos devem ser repartidos com equidade; de que a Companhia se construiu forte, também por isso; e de que não estamos somente discutindo a questão financeira, concordo contigo. Por isso, o texto acima, amplia e aprofunda o debate quanto à estratégia que nossas Federações e Sindicatos estão encaminhando nessa campanha de PLR, frente a uma estratégia que construa, na prática, os princípios que colocou, que compartilho, e que estão explícitos no texto.

      • Vinícius Camargo disse:

        E, caro petroleiro 2021, obrigado pelo comentário, e por se inspirar no blog para definir o seu nome/apelido para o debate.

        Devemos estar no mesmo lado: em favor dos trabalhadores.

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