SÓ FALTA A UNIÃO POR CIMA

Respeito às diferenças e às escolhas dos trabalhadores farão bem a todos !!!

A Categoria se uniu pela Base, por partilhar dos mesmos objetivos, por partilhar dos mesmos problemas, por partilhar dos mesmos valores, dos mesmos pensamentos.

A Categoria sempre foi e sempre será Unida, independente, de Federação, Sindicato ou Partido Político !!!! Estes são veículos para facilitar a organização de interesses e trabalhadores.

As Federações e os Sindicatos devem servir à Categoria.

Quem, apesar das diferenças, partilha dos mesmos problemas e partilha da mesma luta para enfrentá-los, não Divide, Soma, contribui de forma diferente, mas no mesmo sentido e direção.

Se os trabalhadores de uma base sindical optaram por se filiar a uma Federação diferente, cabe aos Dirigentes das Federações respeitarem esses trabalhadores e buscarem se aliar no que lhes for comum, com base nas necessidades dos trabalhadores e, não, somente, com base em seus interesses políticos partidários. Em respeito aos trabalhadores, o jogo de exclusão da disputa eleitoral sindical (PELEGOS x DIVISIONISTAS), tem seu tempo e hora, não deve se sobrepor aos interesses da Categoria.

Portanto, falta aos Diretores das Federações e Sindicatos, marcarem e aceitarem suas diferenças para, concretizarem a “UNIÃO POR CIMA” quanto ao que é partilhado por todos os trabalhadores, pois, TODOS OS TRABALHADORES NUNCA DEIXARAM DE ESTAR, JUNTOS E DE MÃOS DADAS, em uma UNIÃO NACIONAL, independente das diferentes Federações, Sindicatos ou Partidos Políticos de que possam fazer parte ou tomar parte.

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11 respostas para SÓ FALTA A UNIÃO POR CIMA

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  5. Vinícius Camargo disse:

    Sindipetro RN participa do Congresso da FNP
    http://www.sindipetrorn.org.br/noticia/m%C3%A1rcio-dias-participa-de-congresso-da-fnp

    O coordenador-geral do SINDIPETRO/RN, Márcio Dias, participou da abertura do V Congresso da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP. O evento foi realizado em São José dos Campos, no período de 19 a 21 de agosto, na sede do SINDIPETRO-SJC. Nesta entrevista, Márcio fala sobre as razões e os objetivos de sua visita, bem como, de suas expectativas com relação à Campanha Reivindicatória para o novo Acordo Coletivo.

    Por que participar do Congresso da FNP, se o SINDIPETRO/RN é filiado à FUP?

    Márcio Dias: O Sindicato foi convidado pela direção da FNP e nossa diretoria considerou que seria uma boa oportunidade para nos dirigirmos aos delegados e delegadas presentes, já que todos somos trabalhadores petroleiros.

    Qual foi a mensagem levada por você?

    Márcio Dias: Falei sobre a necessidade de superarmos as divergências em nome da unidade da categoria petroleira, mesmo que, de início, isso se dê apenas durante a Campanha Reivindicatória. Esse desejo de unidade tem sido expresso em todas as assembléias e em todos os locais de trabalho no RN. Os trabalhadores exigem unidade de ação para que possamos ter êxito nas próximas lutas, que serão extremamente difíceis.

    E o que o SINDIPETRO/RN tem feito por esse objetivo?

    Márcio Dias: O SINDIPETRO/RN tem procurado fazer a sua parte, mesmo que, por vezes, sejamos incompreendidos. No entanto, em meio a todas as controvérsias, existe um clamor pela unidade. Por isso, não queremos e nem vamos jogar os problemas “pra debaixo do tapete”. Estamos em um ambiente de diversidade de pensamentos e opiniões, mas nos perguntamos: será que essas divergências são tão fortes ao ponto de inviabilizarem a luta unitária de toda uma categoria? Temos certeza que não.

    Por isso, temos procurado conversar, respeitosamente, com as diretorias de diversos SINDIPETRO’S, com diretores da FUP e da FNP. Acertadamente, todos reconhecem que, da forma como estamos, não vamos a lugar algum, e que a Petrobrás e as demais empresas do setor energético do petróleo é que estão ganhando com essa divisão.

    O que é necessário para que a unidade se concretize?

    Márcio Dias: Em primeiro lugar, é necessário vontade política. E, essa vontade, resulta de convencimento político. No RN, trabalhadores e sindicato estão amplamente convencidos da necessidade de constituição de um comando unitário de mobilização, que saiba ouvir e respeitar opiniões diferentes, e que seja capaz de definir encaminhamentos comuns, a fim de por em movimento todo o potencial de luta da categoria. Mas, qual é a capacidade de influência e o poder de pressão dos petroleiros norte-rio-grandenses no cenário nacional? Muito pequeno, com certeza. Por isso, se a categoria está convencida de que a nossa Campanha Reivindicatória deve ser conduzida por uma coordenação unitária, esse entendimento precisa ganhar visibilidade, precisa adquirir expressão e influenciar as direções sindicais, em todo o País.

    O que está faltando para a busca desse entendimento?

    Márcio Dias: Não podemos decretar e nem impor entendimentos políticos a ninguém. Mas temos o dever e a obrigação de ajudar a encontrar uma saída para esse impasse, expressando nossa opinião. Em nossa modesta compreensão, FUP e FNP devem sentar-se à mesa e buscar construir ações conjuntas. São sindicalistas experientes e sabem que não existe outra alternativa diante do que está por vir. A Campanha da PLR já demonstrou bem isso. E quando observamos as declarações e atitudes de setores da Companhia, não resta dúvida: farão de tudo para continuar obtendo o lucro máximo. Por isso, todos os que compreendem a necessidade da unidade para fazer avançar as lutas da categoria devem se manifestar agora. A hora é essa!

  6. Pingback: Novo Quadro Nacional | Blog do Petroleiro 2020

  7. Vinícius Camargo disse:

    Do site do Sindipetro Rio Grande do Norte:
    Conselho Deliberativo chega a um acordo “por unanimidade”
    http://www.sindipetrorn.org.br/noticia/conselho-deliberativo-chega-a-um-acordo

    Conforme colocamos, a Base está unida e já tomou sua decisão.

    Até no CONFUP isso ficou claro. Apesar do acordo, que o governo empurrou, ter retardado a mobilização, a disposição de luta da categoria ficou explícita e estabelecida.

    Isto é, se não se responder às reivindicações dos trabalhadores, as bases substituirão suas “lideranças” e formarão a organização necessária para alcançar seus pleitos.

    Quanto a essa estratégia de levar os pleitos ao Rei a vemos como uma tentativa de colocar os petroleiros em uma encruzilhada (esteriotipada), aquela de: quem reivindica e luta é oposição ao governo; e quem aceita propostas rebaixadas é responsável e lúcido negociador.

    • Vinícius Camargo disse:

      Do site da fup:

      Nota dos sindicatos e da direção da FUP, com a decisão do Conselho Deliberativo, em relação à campanha de PLR:
      http://www.fup.org.br/noticias.php?id=5350

      “Reunidos desde quinta-feira, 11, no Rio de Janeiro, os sindicatos e a direção da FUP, no primeiro Conselho Deliberativo da gestão 2011/2014, avaliaram os últimos desdobramentos da campanha de quitação da PLR 2010. Tanto a FUP quanto os seus sindicatos reafirmam o posicionamento contrário à política de bônus e entendem que cabe aos trabalhadores nas assembléias se posicionarem em relação à proposta apresentada pela Petrobrás.

      Por decisão do Conselho Deliberativo, a FUP retornou à Petrobrás nesta sexta-feira, 12, para mais uma tentativa de busca de avanços, que garantam o compromisso da empresa em apresentar em até 30 dias uma proposta de regramento da PLR, reabrir o debate do PCAC, pagar os dias e horas paradas nas mobilizações encaminhadas pela FUP e para que a campanha da PLR não seja utilizada para privilégios”.

      CONSELHO DELIBERATIVO DA FUP

      Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2011

      • Vinícius Camargo disse:

        Editorial: Base do Rio rejeita proposta de PLR
        http://www.sindipetro.org.br/w3/index.php?option=com_content&task=view&id=577&Itemid=1

        PLR – o desafio é nossa energia
        Mesmo com toda a dificuldade, os petroleiros do Rio (REJEITARAM A PROPOSTA DA COMPANHIA) e continuam APROVANDO o indicativo da direção do Sindipetro-RJ de BUSCAR uma NOVA PROPOSTA ATÉ DIA 16 E GREVE NACIONAL DIA 17. Temos que barrar a intransigência de um RH “mau caráter” aliado com a FUP, que há muito deixou de ser uma organização sindical e se transformou num braço da companhia.

        O RH merece que baixemos o nível, mas isso nós não vamos fazer. Mas, o que dizer de um petroleiro que saiu do meio sindical e virou RH? Um RH que massacra velhinhos desrespeitando seus contratos através de nível e/ou bônus que são pagos aos ativos e não repassados aos inativos. Não satisfeito, com sua política de AMS, está matando literalmente os aposentados e pensionistas que não conseguem cobertura no tratamento através da AMS no Grande Risco. Isso na quarta empresa de energia do planeta.

        Temos um RH que não respeita a de­cisão do STF e ameaça os petroleiros que se aposentam e continuam a trabalhar com o cancelamento da AMS e o não pagamento do complemento da Petros. Que não respeita a lei da PLR que permite que alcancemos 25% do que recebe o acionista. TODO ANO, OS PETROLEIROS, através de seus sindicatos CELEBRAM ACORDO COM O RH. E SEMPRE TEMOS QUE AMEAÇAR GREVE PARA IR ALÉM DOS 14%.

        JÁ OS DIRETORES DA COMPANHIA, SEM NENHUMA MOBILIZAÇÃO, RECEBEM O QUE NEM COM GREVE ALCANÇAMOS: PLR MÁXIMA E IGUAL PARA TODOS. CADA UM DOS DIRETORES TEM GARANTIDO R$ 400.000,00 ENTRE PLR E BÔNUS. E PARA NÓS, O RH JÁ MANDOU O RECADO DE QUE NÃO EXISTE NOVA PROPOSTA. TEMOS QUE NOS CONTENTAR COM A PLR MÍNIMA, INCLUSIVE JÁ REJEITA POR TODAS AS ASSEMBLÉIAS DA CATEGORIA NO RIO?

        A FUP DIZ QUE TODA MOBILIZAÇÃO QUE FIZERAM, INCLUINDO A GREVE DE 24H NO ÚLTIMO DIA 27, FOI PARA PROTESTAR CONTRA O SUPER BÔNUS E A PLR FUTURA. EM TOTAL DESRESPEITO COM AS BASES, NÃO FIZERAM OFICIALMENTE A COBRANÇA DE UMA NOVA PROPOSTA. A MESMA FUP QUE NÃO FEZ ASSEMBLÉIA PARA REJEITAR A PROPOSTA DE PLR, AGORA TAMBÉM AUTOMATICAMENTE QUE LEVAR NOSSA PLR PARA SE JUNTAR À DISCUSSÃO DO ACORDO COLETIVO.

        QUEREMOS UMA NOVA PROPOSTA DE PLR ANTES DO ACT. O RH E A FUP CONSPIRAM CONTRA A CATEGORIA, QUEREM EMBOLAR O MEIO CAMPO. MAS ALÉM DAS MOBILIZAÇÕES NAS BASES DO SINDIPETRO-RJ E FNP, EXISTE MUITA PRESSÃO NAS PRÓPRIAS BASES DA fup (em que a direção é da fup).

  8. Vinícius Camargo disse:

    Do site do Sindicato do Litoral Paulista:

    FNP envia ofício à Fup chamando luta unificada entre os 16 Sindipetros
    http://sindipetrolp.tempsite.ws/site/?p=9094

    Veja no site a íntegra da carta!

  9. Vinícius Camargo disse:

    Do site do Sindicato do Litoral Paulista:

    FNP exige nova proposta e chama os 16 sindipetros para movimento unificado
    http://sindipetrolp.tempsite.ws/site/?p=9083

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